A Ecolezíria, empresa intermunicipal para o tratamento de resíduos urbanos, vai disponibilizar, a partir de segunda-feira, 7500 compostores domésticos a residentes dos seis concelhos do distrito de Santarém que serve.

Os residentes nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Coruche e Salvaterra de Magos que disponham de quinta, jardim ou horta podem inscrever-se na página digital da empresa, nas juntas de freguesia ou nas câmaras municipais para terem acesso a um compostor com 310 litros de capacidade, afirma uma nota da empresa.

A iniciativa, que permite a transformação de restos de alimentos num nutriente orgânico para os solos, é co-financiada pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR) e insere-se na estratégia “A Rua é a Casa de Todos”, que visa assegurar o cumprimento das metas definidas pela União Europeia para a reutilização e a reciclagem de 55% dos resíduos urbanos em 2025 e 65% em 2030.

A estratégia inclui ainda um projecto-piloto de recolha de lixo porta a porta, a criação de mais e melhores pontos de recolha de resíduos urbanos, bem como de resíduos recicláveis, a divulgação da recolha adequada de monos e monstros, como entulho de obras ou objectos domésticos como móveis, colchões, entre outros, acrescenta a nota.

Leia também...

Catarina Martins ouve preocupações de activistas ambientais em Alcanena

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins esteve reunida no domingo, 13 de Dezembro, no Centro de Ciência Viva do Alviela, no concelho…

Coruche acolhe 22 Jovens Repórteres para o Ambiente de quatro países

A vila de Coruche vai receber, de 1 a 6 de Abril, 22 jovens de quatro países no âmbito da Missão Jovens Repórteres para…

EPAL vence prémio pelo projecto Operação Tejo 2018

 Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL) recebeu na terça-feira um prémio na categoria responsabilidade social, ambiente e redução de impactos, pela Associação Portuguesa de…

Movimento ambientalista pede medidas urgentes para combater poluição no Tejo

O movimento proTEJO pediu à Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste (ARHTO) a “identificação das origens da poluição verificada no rio”, em…