Bernardo Santareno, figura de excepção do teatro português, sofreu, ao longo da sua vida, múltiplas censuras e injustiças e mesmo as comemorações do seu centenário não serão suficientes para reparar essa distracção colectiva.

Só quando a obra de Santareno voltar às Escolas e as suas peças novamente encenadas pelo Teatro Nacional é que a dívida de gratidão que o país lhe tem começará a ser saldada.

Esta é a opinião do encenador Vicente Batalha, transmitida hoje ao Correio do Ribatejo no final de uma conferência sobre a vida e obra do dramaturgo que decorreu na Escola Superior de Educação de Santarém.

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