O Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado, em Santarém, envolveu dezenas de estudantes e docentes em várias mobilidades europeias do programa Erasmus+ ao longo do presente ano letivo.
As iniciativas abrangeram tanto o ensino profissional como o ensino regular, com o objetivo de reforçar competências digitais, linguísticas e sociais orientadas para as exigências do mercado de trabalho atual e futuro.
“O programa Erasmus+ desperta a vontade de aprender e explorar cada vez mais países e culturas diferentes. Viver numa sociedade diferente da nossa aumenta a confiança, a resiliência, a responsabilidade, a disciplina e sobretudo a tolerância”, sublinha António Pina Braz, diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado.
No âmbito do ensino profissional, 16 alunos e seis professores do agrupamento Dr. Ginestal Machado fizeram o seu estágio profissional de dois meses em Split, na Croácia.
No ensino regular, as atividades de mobilidade internacional incluíram fluxos de receção e de envio de comitivas em diferentes momentos. A iniciativa começou com o acolhimento de dez alunos do 11.º ano e duas professoras vindos de Palermo, na Sicília, que frequentaram aulas lecionadas em inglês e participaram em várias ações culturais.
Posteriormente, entre os dias 19 e 25 de abril, o agrupamento enviou três equipas distintas para o estrangeiro, tendo dez alunos do 11.º ano viajado para Palermo, dez alunos do 10.º ano para Plungé, na Lituânia, e oito alunos do 9.º ano para Craiova, na Roménia, cada uma acompanhada por dois professores.
Já no mês de maio, entre os dias 10 e 16, foi a vez de uma comitiva composta por dez alunos do 7.º ano e duas professoras deslocarem-se também até Palermo.
Durante as estadias no estrangeiro, os estudantes ficaram alojados com famílias locais para potenciar a imersão cultural e o domínio da língua, enquanto, em sentido inverso, as escolas Dr. Ginestal Machado e Mem Ramires receberam os parceiros europeus para assistirem a aulas e atividades lúdicas.
“Ao selecionar anualmente alunos e professores que vivem pela primeira vez esta experiência, o agrupamento tem como objetivo mais amplo desafiar o maior número de alunos e professores. Temos histórias de alunos que saíram pela primeira vez da cidade quando participaram na sua primeira mobilidade Erasmus+, o que é um enorme desafio para eles e para as suas famílias”, destaca António Pina Braz.
O processo destas mobilidades seguiu um protocolo que engloba a definição de resultados de aprendizagem, o estabelecimento de parcerias com entidades locais e a subsequente avaliação e divulgação dos resultados do projeto.
“O crescimento e a mudança de mentalidades sente-se na escola, onde o sentimento de inclusão e de convivência entre diferentes culturas se tornou já uma rotina instituída”, conclui o diretor do agrupamento.
