A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, expressou “enorme consternação e pesar” pela morte de uma militar paraquedista ocorrida hoje no concelho da Chamusca, enaltecendo-a como “figura icónica das tropas paraquedistas”.

“É com enorme consternação e pesar que a ministra da Defesa, Helena Carreiras, recebe a notícia do falecimento da Sargento-Ajudante Paraquedista Serrano Rosa, de 52 anos, que se encontrava a efetuar um salto de abertura manual para manutenção da qualificação de paraquedista, na zona de lançamento do Arripiado, concelho da Chamusca”, lê-se numa nota enviada pelo ministério à imprensa.

Na mesma nota a militar é descrita como “uma figura icónica das tropas paraquedistas, deixando de luto o Exército português e todo o universo da Defesa Nacional”.

“Nesta hora de consternação, Helena Carreiras endereça à família enlutada, ao Exército, à família militar, a todos os paraquedistas e aos amigos as mais sinceras condolências”, acrescenta.

O Exército atribuiu a morte de uma militar paraquedista, ocorrida hoje na zona de lançamento do Arripiado, concelho da Chamusca, a uma falha no sistema de paraquedas, manifestando “profundo pesar”.

Em comunicado, o Exército afirmou que a militar, de 52 anos, morreu cerca das 12:20 de hoje quando “se encontrava a efetuar um salto de abertura manual para manutenção da qualificação de paraquedista”, não tendo o sistema de paraquedas funcionado “devidamente”, o que originou a queda.

Afirmando que está já em curso um processo de averiguações “para apurar todas as circunstâncias em que ocorreu este acidente”, o Exército sublinha que “foram acionados de imediato os procedimentos de emergência médica”.

“O Exército lamenta o falecimento da sua militar, tendo apresentado as mais sentidas condolências à família e acionado o apoio psicológico”, é acrescentado na nota.

Em declarações anteriores à Lusa, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém referiu que o alerta para trauma (queda) foi dado às 11:51, tendo-se verificado, na chegada ao local, que a vítima já não tinha sinais de vida, apesar de estarem a ser desenvolvidos esforços de reanimação por enfermeiros militares.

No local estiveram elementos da corporação de bombeiros da Chamusca, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Centro Hospitalar do Médio Tejo e a GNR.

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